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domingo, 25 de fevereiro de 2024
sábado, 5 de agosto de 2023
GAMIFICAÇÃO: ABORDAGEM E METODOLOGIA DE ENSINO
Olá, espero que a leitura dessa obra te ajude a desvendar
novos horizontes em sua prática docente, uma vez que o meu interesse pelo
assunto nasceu principalmente da
dificuldade que encontrei em
desenvolver as minhas aulas com alunos, frutos dessa nova era motivacional
envolta na cibercultura bem como a
vontade de entender melhor o que significa gamificação
na educação e como é possível trabalhar com essa estratégia em sala de aula. Outra motivação para o presente estudo está no fato de
ser, também, supervisor educacional em uma escola de Ensino Fundamental e vejo
na gamificação uma proposta promissora para ajudar os professores a motivar seus alunos e a diminuir
a indisciplina, aumentando também o aproveitamento. Boa
leitura e obrigado por confiar no meu trabalho adquirindo este livro. Deus
abençoe e você e sua família.
quarta-feira, 14 de outubro de 2020
quarta-feira, 16 de setembro de 2020
sábado, 8 de outubro de 2016
EFÊMERO
Significado de Efêmero
Efêmero é um termo de origem grega (em que "ephémeros" significa "apenas por um dia") usado para designar uma situação que dura muito pouco tempo. É antônimo de duradouro, permanente. Em geral, o termo é associado a tudo aquilo que tem caráter passageiro, transitório,fugaz, de curta duração, que é visto por apenas um momento. A efemeridade da vida é uma expressão muito usada para lembrar que a vida é passageira, e por isso, é imperioso que cada instante seja vivido intensamente.
https://www.significados.com.br/efemero/
EFÊMERO
Se pudéssemos ter
consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes
de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo
demais. Algumas, mesmo ainda em
botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que
vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se
entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A
gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Jardim nem tampouco
aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos
pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas
pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos
falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos
o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso “porque não estamos acostumados com isso” e não
dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que
sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o
sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do
que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da
vida. De nós mesmos. Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas
com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar
com aqueles que possuem menos?
Isso faria uma grande diferença!
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos.
Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente,
acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos:
E agora?!
Agora é hoje, ainda é tempo de
reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra
carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem
demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou,
passou. O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as
flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda é tempo de voltar-se para Deus
e agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós.
Pense!... Se você está lendo esta
mensagem é porque ainda tem tempo!!! Não o perca mais!...
Que Deus te abençoe!
Retirado de: http://www.eticaglobal.com.br
sábado, 17 de setembro de 2016
sábado, 3 de setembro de 2016
HISTÓRIAS DA MITOLOGIA - EMEB MARIA IGNÊZ PINEZZI
A QUIMERA E PÉGASO - CAVALO VOADOR
Texto e desenho da aluno Henrique Nascimento - 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)
ÍCARO: O MENINO QUE PODIA VOAR
Texto e desenho da aluna Vitória Beatriz - 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)
O CAVALO DE TRÓIA
Texto e desenho da aluna Kimberly dos Santos - 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)

PÉGASO: O CAVALO VOADOR
Texto e desenho da aluna Nicoly Alves - 4º ano A
(Clique na imagem para ampliar)
JASÃO E A PRINCESA MEDEIA
Texto e desenho da aluna Nathaly Ramos - 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)

PERSEU E A MONSTRUOSA MEDUSA
Texto e desenho da aluna Karina Vitória - 5º ano A
(Clique na imagem para ampliar)
ODISSEU E O CAVALO DE MADEIRA
Texto e desenho da aluno Wesley da Silva - 4º ano A
(Clique na imagem para ampliar)

A MONSTRUOSA QUIMERA
Texto e desenho da aluna Regiane Moretti - 5º ano c
(Clique na imagem para ampliar)

TESEU E A PRINCESA ARIADNE
Texto e desenho da aluna Ana Clara - 5º ano A
(Clique na imagem para ampliar)
JASÃO E O VELO DE OURO
Texto e desenho do aluno Luan Sarmento - 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)
PERSEU E A MONSTRUOSA MEDUSA
Texto e desenho da aluna Brenda Fogaça - 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)

PÉGASO: O CAVALO VOADOR
Texto e desenho da aluna Noemi Barboza - 5º ano A
(Clique na imagem para ampliar)

A MONSTRUOSA MEDUSA
Texto e desenho da aluna Aysha Nicoly- 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)

ÍCARO: O MENINO QUE PODIA VOAR
Texto e desenho da aluna Kauane Domingues - 5º ano A
(Clique na imagem para ampliar)
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
MITOLOGIA GREGA
O mito nasce como uma forma de
interpretar os fenômenos da natureza e também de entender o comportamento
humano diante das situações a que cada ser humano é exposto no seu dia a dia.
Há inúmeras mitologias, mas como a
filosofia ocidental é fundamentalmente grega, em sua gênese, Isto é, na sua
origem, não fica difícil de entender que a mitologia grega exerce grande
importância no estudo da filosofia.
Os mitos revelam aquilo que nós humanos temos
em comum: a busca da Verdade e da interioridade, com respostas criativas e, às
vezes, audaciosas, isto é: histórias que utilizam seres fantásticos, forças da
natureza e uma série de eventos que despertam nossa imaginação.
O mito uma vez revelado torna-se
uma verdade absoluta que não deve ser questionada. Contudo, na história
ocidental, a filosofia exerceu o papel de “a grande questionadora do mito”.
Os primeiros filósofos que eram
amantes da natureza, do saber que vinha do conhecimento da natureza, não
aceitaram as respostas prontas dadas pelos Mitos e foi nessa busca pelo
conhecimento verdadeiro, nesse amor pelo saber. que surge a filosofia como a
mãe de todas as ciências.
Funções do mito
1- Compreender
a realidade;
2- Tranquilizar
o ser humano em um mundo assustador;
3- Fixar
modelos de comportamento humano (ética) e;
4- Explicar a
origem das coisas, do universo, dos fenômenos.
A mitologia grega está
principalmente contida nos escritos de Homero e Hesíodo; nos livros Ilíada e
Odisseia e Teogonia.
O mito grego é recheado de
histórias de deuses e deusas, heróis, semi-heróis que são os filhos dos deuses com humanos e, também, de
seres fantásticos como: Pégasus, o
cavalo alado; Medusa, a mulher cobra;
Minotauro, o homem touro e Ciclopes, os gigantes de um olho só. Entre
tantos outros personagens.
Os mitos gregos também abordam aspectos do
comportamento humano como o mito de Narciso, sobre a vaidade e arrogância. Ou o mito do Rei Midas e o toque de ouro,
sobre orgulho e ganância. Ou ainda, o mito de Eros e Psique sobre o amor e a
confiança, entre tantos outros.
Texto: Prof.Odair José Simões
Perseu e a monstruosa Medusa
Há muito
tempo atrás havia um menino muito forte e valente que se chamava Perseu. Ele protegia a sua mãe que era muito bonita do rei das terras em que eles moravam. O
rei queria se casar com a sua mãe, mas ela não queria, porque não gostava da
expressão má e furiosa em seu rosto.
O rei
planejava se livrar do rapaz e certo dia chamou Perseu ao palácio. O rei falou
que deixaria sua mãe em paz com uma única condição: Perseu deveria trazer a
cabeça da monstruosa Medusa em uma bandeja para o rei.
Medusa e
suas duas irmãs eram monstros assustadores chamados Górgonas e em sua cabeça em
vez de cabelos brotavam serpentes e todos que olhavam para ela viravam pedra.
Medusa era
muito furiosa e Perseu precisava de um Elmo para torná-lo invisível, um par
de sandálias com asas para voar e uma sacola de prata para colocar a cabeça da Medusa dentro.
Perseu foi
ao encontro das feiticeiras para pegar as sandálias com asas, o elmo mágico e a
sacola de prata. Perseu colocou elmo para ficar invisível e voou para dentro do
covil da Górgona. Ele nunca tinha visto algo tão terrível antes e ele arrancou
a cabeça da Medusa com um só golpe e a levou para o rei que ao olhar para a
Medusa se transformou em pedra e Perseu se tornou o novo Rei.
Texto: Aluna Milena Sara Mascaro – 5º Ano B
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
POR QUE AS PESSOAS SOFREM?
— Vó, por que as pessoas sofrem?
— Como é, minha neta?
— Por que as pessoas grandes vivem bravas,
irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa?
— Bem, minha filha, muitas vezes porque
elas foram ensinadas a viver assim.
—Vó...
—Oi...
— Como é que as pessoas podem ser
ensinadas a viver mal? Não consigo entender. Na minha escola a professora só me
ensina coisas boas.
— É que elas não percebem que foram
convencidas a ser infelizes, e não conseguem mudar o que as torna assim. Você
não está entendendo, não é, meu amor?
—Não, Vovó.
— Você lembra da estorinha do Patinho
Feio?
— Lembro.
— Então... o Patinho se considerava feio
porque era diferente. Isso o deixava muito infeliz e perturbado. Tão infeliz,
que um dia resolveu ir embora e viver sozinho. Só que o lago que ele procurou
para nadar havia congelado e estava muito frio. Quando ele olhou para o seu reflexo
no lago, percebeu que ele era, na verdade, um maravilhoso cisne. E, assim, se
juntou aos seus iguais e viveu feliz para sempre.
— O que isso tem a ver com a tristeza das
pessoas?
— Bem, quando nascemos, somos separados de
nossa Natureza-cisne. Ficamos, como patinhos, tentando aceitar o que os outros
dizem que está certo. Então, passamos muito tempo tentando virar patos.
— É por isso que as pessoas grandes estão
sempre irritadas?
— É por isso! Viu como você é esperta?
— Então, é só a gente perceber que é cisne
que tudo dará certo?
— Na verdade, minha filha, encontrar o
nosso verdadeiro espelho não é tão fácil assim. Você lembra o que o cisnezinho
precisava fazer para poder se enxergar?
— O que?
— Ele primeiro precisou parar de tentar
ser um pato. Isso significa parar de tentar ser quem a gente não é. Depois, ele
aceitou ficar um tempo sozinho para se encontrar.
— Por isso ele passou muito frio, não é,
vovó?
— Passou frio, fome e ficou sozinho no inverno.
— É por isso que o papai anda tão sozinho
e bravo?
— Não entendi, minha filha?
— Meu pai está sempre bravo, sempre quieto
com a música e a televisão dele. Outro dia ele estava chorando no banheiro...
— Vó, o papai é um cisne que pensa que é
um pato?
— Todos nós somos, querida. Em parte.
— Ele vai descobrir quem ele é de verdade?
— Vai, minha filha, vai. Mas, quando
estamos no inverno, não podemos desistir, nem esperar que o espelho venha até
nós. Temos que exercer a humildade e procurar ajuda até encontrarmos.
— E aí viramos cisnes?
— Nós já somos cisnes. Apenas temos que
deixar que o cisne venha para fora e tenha espaço para viver e para se
manifestar.
— Aonde você vai?
— Vou contar para o papai o cisne bonito
que ele é!
A boa vovó apenas sorriu!
Texto retirado:
http://paxprofundis.org/livros/parabolas/parabolas.html
O QUE SÃO EMOÇÕES E SENTIMENTOS?
QUAIS EMOÇÕES NOS CAUSAM DOR E QUAIS NOS CAUSAM PRAZER?
Tipos de Emoções
António Damásio distingue três tipos de emoções:
- Emoções
primárias/ iniciais/ universais: surgem durante a infância, sendo
úteis para uma reação rápida quando emergem determinados estímulos do meio.
Envolvem um elevado fluxo de energia e podem existir sem termos consciência
delas, caso sejam inatas. Além disso, refletem diretamente as mudanças dos
estados de espírito. É neste tipo de emoções que se enquadra o medo, a alegria,
a tristeza, a raiva, o afeto e o nojo.
- Emoções
secundárias/ sociais/ adultas: experimentadas mais tarde, dependem
de uma aprendizagem e, portanto, de interações sociais. Implicam uma avaliação
cognitiva das situações, envolvendo, por isso, as áreas do córtex pré-frontal.
Temos como exemplos a vergonha, o ciúme, a culpa e o orgulho.
- Emoções de
fundo: causadas, por exemplo, por um esforço físico intenso, pelo
remoer de uma decisão complicada de tomar ou pela ansiedade em relação a um
acontecimento agradável/desagradável que nos espera. Temos como exemplos o
bem-estar, o mal-estar, a calma ou a tensão.
Fonte: http://cerebro.weebly.com/index.html
domingo, 21 de agosto de 2016
A QUEM PERTENCE O PRESENTE?
O SÁBIO SAMURAI
Perto de Tóquio,
vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar Zen aos
jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar
qualquer adversário.
Certa tarde, um
guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos, apareceu por ali. Era
famoso por utilizar a técnica da provocação. Esperava que seu adversário
fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para
observar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem
e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do
samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os estudantes
se manifestaram contra a ideia, mas o velho e sábio samurai aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da cidade. Lá, o jovem começou a insultar o velho
mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos
os insultos que conhecia, ofendendo, inclusive, seus ancestrais. Durante horas
fez tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível. No final da
tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro desistiu e
retirou-se.
Desapontados pelo
fato de o mestre ter aceitado tantos insultos e tantas provocações, os alunos
perguntaram: — Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou
sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de se mostrar
covarde e medroso diante de todos nós?
Se alguém chega até
você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? —
perguntou o Samurai.
A quem tentou
entregá-lo — respondeu um dos discípulos.
O mesmo vale para a
inveja, a raiva e os insultos — disse o mestre. — Quando não são aceitos,
continuam pertencendo a quem os carrega consigo. A sua paz interior, depende
exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a serenidade, só se você
permitir!
O filósofo Sartre dizia que o "inferno são os outros", mas se o inferno são os outros e de fato em algum momento de nossa vida essa máxima é verdadeira; o céu ao contrário depende de nós.
O filósofo Sartre dizia que o "inferno são os outros", mas se o inferno são os outros e de fato em algum momento de nossa vida essa máxima é verdadeira; o céu ao contrário depende de nós.
Trecho do Sermão da Montanha de Jesus
Ouvistes o que foi dito: “Olho por olho e dente por dente”. Eu, porém, vos digo: Não resistais ao perverso; mas se alguém te ofender com um tapa na face, volta-lhe também a outra. E se alguém quiser processar-te e tirar-te a túnica, deixa que leve também a capa. Assim, se alguém te forçar a andar um quilômetro, vai com ele dois. Dá a quem te pedir e não te desvies de quem deseja que lhe emprestes algo. Ame os que te odeiam.
Ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo’. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus, pois Ele faz raiar o sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos. Porque se amardes somente os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os pecadores igualmente assim? E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis de notável? Não agem os gentios também dessa maneira? Assim sendo, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai que está nos céus.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
O QUE É GENEROSIDADE?
A ÁRVORE
GENEROSA
A Árvore Generosa é uma reflexão sobre a vida.
Tudo o que queremos é sermos felizes. Sonhamos com coisas que nos tragam
felicidade. Muitas coisas são bens materiais passageiros, efêmeros, que passam
por nossas vidas, mas não marcam nossa alma. Para sermos felizes precisamos de
amigos, precisamos de pessoas que nos cercam de carinho, de ternura, de atenção.
Ninguém é uma ilha. Ninguém é feliz só.
O menino amava a árvore e era feliz porque
era criança e a felicidade é mais simples, mais fácil de se encontrar nessa
etapa de nossa vida.
Quando se cresce, a felicidade fica escassa. O
nosso mundo parece distante daquele mundo que um dia vivemos. Chegam os
problemas, as dificuldades, os sonhos desfeitos, as decepções, muitas vezes as
paixões não correspondidas, os encantos perdidos e nos falta a certeza da
felicidade. Por isso, fica fácil colocar a felicidade em bens materiais como o dinheiro.
Aos poucos, o tempo passa e percebemos que a
felicidade deve estar em algo mais duradouro como a família e os amigos,
contudo, o tempo continua a passar... sem compaixão nos ferindo a alma,
martirizando o coração, e de repente já estamos mais velhos, cansados; às vezes,
doentes; às vezes, sozinhos. E então a felicidade se torna escassa novamente,
olhamos para trás e pensamos: será que tudo o que fizemos poderíamos ter feito
diferente? Teríamos sido mais felizes assim?
Trata-se de uma pergunta que não tem resposta,
pois a vida é uma só e, no final da vida ficamos como aquele menino-velho ou
velho-menino que chega até a árvore e diz: “já não busco muita coisa só um lugar sossegado onde eu
possa me sentar, pois já estou muito cansado” e a vida se torna menos complexa e, a felicidade se torna uma
sensação interior de paz, principalmente, se as escolhas feitas não nos
trouxeram arrependimentos.
A história da Árvore Generosa também
nos coloca diante da situação da humanidade que explora a natureza, que esgota
os recursos naturais em busca de sua felicidade. Nós, humanos, nos parecemos
com aquele menino que sempre quer mais, que nunca está satisfeito com o que tem;
que deixa um rastro de destruição por onde passa e, que mesmo assim, nosso
planeta, nosso querido planeta, nossa casa comum continua a nos abrigar como
uma mãe generosa que embala o filho nos seus braços.
Muitas reflexões ainda podem ser feitas a
partir desta história tão simples e tão complexa ao mesmo tempo. Uma das questões amplamente discutidas em
sala de aula foi a Ética do Amor: a GENEROSIDADE, tão bem expressa nessa
história, uma vez que a generosidade é a qualidade daquele que tem um bom
coração; daquele que se preocupa, que ajuda o próximo sem esperar nada em troca,
fazendo sua felicidade o ato de ajudar, como bem diz a ética cristã: “Há mais
felicidade em dar do que em receber”.
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
O QUE SÃO JOGOS OLÍMPICOS?
JOGOS OLÍMPICOS
A
cada quatro anos, atletas de centenas de países se reúnem num país sede para
disputarem um conjunto de modalidades esportivas. A própria bandeira olímpica
representa essa união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis
entrelaçados, representando os cinco continentes e suas cores. A paz, a amizade
e o bom relacionamento entre os povos e o espírito olímpico são os princípios
dos jogos olímpicos.
Origem dos Jogos Olímpicos
Os
Jogos Olímpicos foram criados pelos gregos por volta de 2.500 a.C. como uma
homenagem a Zeus, o maior dos deuses, segundo a mitologia grega. Gregos de
várias cidades se uniam no santuário da cidade de Olímpia (daí o nome
“Olimpíadas”) para disputar as competições esportivas; o evento era tão
importante, que eram selados acordos de cessar-fogo e tréguas entre cidades
inimigas antes da realização dos jogos.
Foi
somente em 776 a.C. que ocorreram pela primeira vez os Jogos Olímpicos, de
forma organizada e com participação de atletas de várias cidades-estados. Podiam
participar das competições apenas os cidadãos livres, disputando provas de
atletismo, luta, boxe, corrida de cavalo e pentatlo (luta, corrida, salto em
distância, arremesso de dardo e de disco). Os vencedores eram recebidos como
heróis em suas cidades e ganhavam uma coroa de louros. O primeiro vencedor foi
o atleta Coroebus.
Além
da religiosidade, os gregos buscavam através dos Jogos Olímpicos a paz e a
harmonia entre as cidades que compunham a civilização grega. Mostra também a
importância que os gregos davam aos esportes e a manutenção de um corpo
saudável.
No
ano de 392 d.C., os Jogos Olímpicos e quaisquer manifestações religiosas
dedicadas aos deuses gregos foram proibidas pelo imperador romano Teodósio I,
após converter-se para o Cristianismo religião oficial do Império Romano.
Jogos Olímpicos da Era Moderna
Somente
no ano de 1.896, os Jogos Olímpicos foram retomados na cidade de Atenas, por
iniciativa do francês Pierre de Fredy. Nesta primeira Olimpíada da Era Moderna,
participam 285 atletas de 13 países, disputando provas de atletismo, esgrima,
luta livre, ginástica, halterofilismo, ciclismo, natação e tênis. Os vencedores
das provas foram premiados com medalhas de ouro e um ramo de oliveira.
O
lema olímpico "Citius, altius, fortius" (mais rápido, mais alto e
mais forte) foi proposto por Pierre de Fredy, em 1894. Porém, o lema só foi
oficialmente introduzido nas Olimpíadas de Paris de 1924.
Fonte: http://www.suapesquisa.com/olimpiadas
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