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quarta-feira, 14 de outubro de 2020
quarta-feira, 16 de setembro de 2020
sábado, 8 de outubro de 2016
EFÊMERO
Significado de Efêmero
Efêmero é um termo de origem grega (em que "ephémeros" significa "apenas por um dia") usado para designar uma situação que dura muito pouco tempo. É antônimo de duradouro, permanente. Em geral, o termo é associado a tudo aquilo que tem caráter passageiro, transitório,fugaz, de curta duração, que é visto por apenas um momento. A efemeridade da vida é uma expressão muito usada para lembrar que a vida é passageira, e por isso, é imperioso que cada instante seja vivido intensamente.
https://www.significados.com.br/efemero/
EFÊMERO
Se pudéssemos ter
consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes
de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo
demais. Algumas, mesmo ainda em
botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que
vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se
entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A
gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Jardim nem tampouco
aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos
pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas
pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos
falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos
o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso “porque não estamos acostumados com isso” e não
dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que
sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o
sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do
que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da
vida. De nós mesmos. Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas
com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar
com aqueles que possuem menos?
Isso faria uma grande diferença!
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos.
Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente,
acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos:
E agora?!
Agora é hoje, ainda é tempo de
reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra
carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem
demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou,
passou. O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as
flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda é tempo de voltar-se para Deus
e agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós.
Pense!... Se você está lendo esta
mensagem é porque ainda tem tempo!!! Não o perca mais!...
Que Deus te abençoe!
Retirado de: http://www.eticaglobal.com.br
sábado, 17 de setembro de 2016
sábado, 3 de setembro de 2016
HISTÓRIAS DA MITOLOGIA - EMEB MARIA IGNÊZ PINEZZI
A QUIMERA E PÉGASO - CAVALO VOADOR
Texto e desenho da aluno Henrique Nascimento - 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)
ÍCARO: O MENINO QUE PODIA VOAR
Texto e desenho da aluna Vitória Beatriz - 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)
O CAVALO DE TRÓIA
Texto e desenho da aluna Kimberly dos Santos - 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)

PÉGASO: O CAVALO VOADOR
Texto e desenho da aluna Nicoly Alves - 4º ano A
(Clique na imagem para ampliar)
JASÃO E A PRINCESA MEDEIA
Texto e desenho da aluna Nathaly Ramos - 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)

PERSEU E A MONSTRUOSA MEDUSA
Texto e desenho da aluna Karina Vitória - 5º ano A
(Clique na imagem para ampliar)
ODISSEU E O CAVALO DE MADEIRA
Texto e desenho da aluno Wesley da Silva - 4º ano A
(Clique na imagem para ampliar)

A MONSTRUOSA QUIMERA
Texto e desenho da aluna Regiane Moretti - 5º ano c
(Clique na imagem para ampliar)

TESEU E A PRINCESA ARIADNE
Texto e desenho da aluna Ana Clara - 5º ano A
(Clique na imagem para ampliar)
JASÃO E O VELO DE OURO
Texto e desenho do aluno Luan Sarmento - 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)
PERSEU E A MONSTRUOSA MEDUSA
Texto e desenho da aluna Brenda Fogaça - 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)

PÉGASO: O CAVALO VOADOR
Texto e desenho da aluna Noemi Barboza - 5º ano A
(Clique na imagem para ampliar)

A MONSTRUOSA MEDUSA
Texto e desenho da aluna Aysha Nicoly- 5º ano C
(Clique na imagem para ampliar)

ÍCARO: O MENINO QUE PODIA VOAR
Texto e desenho da aluna Kauane Domingues - 5º ano A
(Clique na imagem para ampliar)
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
MITOLOGIA GREGA
O mito nasce como uma forma de
interpretar os fenômenos da natureza e também de entender o comportamento
humano diante das situações a que cada ser humano é exposto no seu dia a dia.
Há inúmeras mitologias, mas como a
filosofia ocidental é fundamentalmente grega, em sua gênese, Isto é, na sua
origem, não fica difícil de entender que a mitologia grega exerce grande
importância no estudo da filosofia.
Os mitos revelam aquilo que nós humanos temos
em comum: a busca da Verdade e da interioridade, com respostas criativas e, às
vezes, audaciosas, isto é: histórias que utilizam seres fantásticos, forças da
natureza e uma série de eventos que despertam nossa imaginação.
O mito uma vez revelado torna-se
uma verdade absoluta que não deve ser questionada. Contudo, na história
ocidental, a filosofia exerceu o papel de “a grande questionadora do mito”.
Os primeiros filósofos que eram
amantes da natureza, do saber que vinha do conhecimento da natureza, não
aceitaram as respostas prontas dadas pelos Mitos e foi nessa busca pelo
conhecimento verdadeiro, nesse amor pelo saber. que surge a filosofia como a
mãe de todas as ciências.
Funções do mito
1- Compreender
a realidade;
2- Tranquilizar
o ser humano em um mundo assustador;
3- Fixar
modelos de comportamento humano (ética) e;
4- Explicar a
origem das coisas, do universo, dos fenômenos.
A mitologia grega está
principalmente contida nos escritos de Homero e Hesíodo; nos livros Ilíada e
Odisseia e Teogonia.
O mito grego é recheado de
histórias de deuses e deusas, heróis, semi-heróis que são os filhos dos deuses com humanos e, também, de
seres fantásticos como: Pégasus, o
cavalo alado; Medusa, a mulher cobra;
Minotauro, o homem touro e Ciclopes, os gigantes de um olho só. Entre
tantos outros personagens.
Os mitos gregos também abordam aspectos do
comportamento humano como o mito de Narciso, sobre a vaidade e arrogância. Ou o mito do Rei Midas e o toque de ouro,
sobre orgulho e ganância. Ou ainda, o mito de Eros e Psique sobre o amor e a
confiança, entre tantos outros.
Texto: Prof.Odair José Simões
Perseu e a monstruosa Medusa
Há muito
tempo atrás havia um menino muito forte e valente que se chamava Perseu. Ele protegia a sua mãe que era muito bonita do rei das terras em que eles moravam. O
rei queria se casar com a sua mãe, mas ela não queria, porque não gostava da
expressão má e furiosa em seu rosto.
O rei
planejava se livrar do rapaz e certo dia chamou Perseu ao palácio. O rei falou
que deixaria sua mãe em paz com uma única condição: Perseu deveria trazer a
cabeça da monstruosa Medusa em uma bandeja para o rei.
Medusa e
suas duas irmãs eram monstros assustadores chamados Górgonas e em sua cabeça em
vez de cabelos brotavam serpentes e todos que olhavam para ela viravam pedra.
Medusa era
muito furiosa e Perseu precisava de um Elmo para torná-lo invisível, um par
de sandálias com asas para voar e uma sacola de prata para colocar a cabeça da Medusa dentro.
Perseu foi
ao encontro das feiticeiras para pegar as sandálias com asas, o elmo mágico e a
sacola de prata. Perseu colocou elmo para ficar invisível e voou para dentro do
covil da Górgona. Ele nunca tinha visto algo tão terrível antes e ele arrancou
a cabeça da Medusa com um só golpe e a levou para o rei que ao olhar para a
Medusa se transformou em pedra e Perseu se tornou o novo Rei.
Texto: Aluna Milena Sara Mascaro – 5º Ano B
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
POR QUE AS PESSOAS SOFREM?
— Vó, por que as pessoas sofrem?
— Como é, minha neta?
— Por que as pessoas grandes vivem bravas,
irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa?
— Bem, minha filha, muitas vezes porque
elas foram ensinadas a viver assim.
—Vó...
—Oi...
— Como é que as pessoas podem ser
ensinadas a viver mal? Não consigo entender. Na minha escola a professora só me
ensina coisas boas.
— É que elas não percebem que foram
convencidas a ser infelizes, e não conseguem mudar o que as torna assim. Você
não está entendendo, não é, meu amor?
—Não, Vovó.
— Você lembra da estorinha do Patinho
Feio?
— Lembro.
— Então... o Patinho se considerava feio
porque era diferente. Isso o deixava muito infeliz e perturbado. Tão infeliz,
que um dia resolveu ir embora e viver sozinho. Só que o lago que ele procurou
para nadar havia congelado e estava muito frio. Quando ele olhou para o seu reflexo
no lago, percebeu que ele era, na verdade, um maravilhoso cisne. E, assim, se
juntou aos seus iguais e viveu feliz para sempre.
— O que isso tem a ver com a tristeza das
pessoas?
— Bem, quando nascemos, somos separados de
nossa Natureza-cisne. Ficamos, como patinhos, tentando aceitar o que os outros
dizem que está certo. Então, passamos muito tempo tentando virar patos.
— É por isso que as pessoas grandes estão
sempre irritadas?
— É por isso! Viu como você é esperta?
— Então, é só a gente perceber que é cisne
que tudo dará certo?
— Na verdade, minha filha, encontrar o
nosso verdadeiro espelho não é tão fácil assim. Você lembra o que o cisnezinho
precisava fazer para poder se enxergar?
— O que?
— Ele primeiro precisou parar de tentar
ser um pato. Isso significa parar de tentar ser quem a gente não é. Depois, ele
aceitou ficar um tempo sozinho para se encontrar.
— Por isso ele passou muito frio, não é,
vovó?
— Passou frio, fome e ficou sozinho no inverno.
— É por isso que o papai anda tão sozinho
e bravo?
— Não entendi, minha filha?
— Meu pai está sempre bravo, sempre quieto
com a música e a televisão dele. Outro dia ele estava chorando no banheiro...
— Vó, o papai é um cisne que pensa que é
um pato?
— Todos nós somos, querida. Em parte.
— Ele vai descobrir quem ele é de verdade?
— Vai, minha filha, vai. Mas, quando
estamos no inverno, não podemos desistir, nem esperar que o espelho venha até
nós. Temos que exercer a humildade e procurar ajuda até encontrarmos.
— E aí viramos cisnes?
— Nós já somos cisnes. Apenas temos que
deixar que o cisne venha para fora e tenha espaço para viver e para se
manifestar.
— Aonde você vai?
— Vou contar para o papai o cisne bonito
que ele é!
A boa vovó apenas sorriu!
Texto retirado:
http://paxprofundis.org/livros/parabolas/parabolas.html
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